Supremo mantém decisão de Moro e Cunha fica preso

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A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) não concedeu liberdade a Eduardo Cunha (PcMDB-RJ) após pedido de defesa do ex-presidente da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (15). Apenas o ministro Marco Aurélio Mello votou por conceder habeas corpus a Cunha. Foram 8 votos a 1. Atualizada às 18h00.

O voto do ministro Luís Fachin, relator da Lava Jato, decidiu por manter Cunha na cadeia. “Voto pela manutenção da decisão agravada e pelo não conhecimento de concessão do pedido de habeas copus”, proferiu em seu voto Fachin.

Fachin foi acompanhado pelos ministros Luís Barroso, Rosa Weber, Dias Toffoli, Gilmar Mendes.
Agora, está votando vota o ministro Marco Aurélio. “O que estamos a julgar neste processo? Estamos a julgar Eduardo Cunha? A definir a culpa de Eduardo Cunha? Não estamos a julgar o acusado, até aqui simples acusado, muito embora já crucificado pela opinião pública”, disse Marco Aurélio. Ele votou concedendo habeas corpus, contrário ao relator. Até às 18h00, aproximadamente, o placar era 6 a 1 contra liberar Cunha.

O ministro Celso de Mello acompanhou o relator. O ministro Celso de Mello afirmou  que no caso está se usando o critério da estrita razoabilidade, dentro dos limites aceitáveis, sancionados pela jurisprudência, para manter a prisão. Com o voto de Mello, decano do Supremo encerrou-se a sessão. Inclusive com a presidente Cármen Lúcia, também acompanhando o relator

Resultado frustrou a defesa do peemedebista, na figura de Ticiano Figueiredo que apresentou Reclamação ao Supremo,  na tentativa de derrubar a ordem de prisão imposta pelo juiz federal Sérgio Moro. 

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