Confira os nomes dos governadores que deixam seus cargos

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Camilo Santana é o atual ministro da Educação do governo Lula da Silva/Arquivo/Divulgação
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Até sábado haverá muita movimentação política, principalmente com a renúncia de governadores

Seis governadores renunciaram ou estão em vias de renunciar para concorrer nas eleições de outubro próximo. As renúncias mais noticiadas foram a do governador de São Paulo, João Dória (PSDB), e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB). O ex-governador de São Paulo vai concorrer à Presidência da República.

Veja quais os ministros que deixaram os cargos para também concorrer nas eleições



Quatro dos governadores – Camilo Santana (PT-CE), Wellington Dias (PT-PI), Renan Filho (MDB-AL) e Flavio Dino (PSB-MA) – disputarão uma vaga no Senado. Outros dois – João Doria (PSDB-SP) e Eduardo Leite (PSDB-RS) – buscam viabilizar suas candidaturas para presidente da República (apenas um vai poder disputar esse cargo, pois os dois estão no mesmo partido).

Camilo Santana (PT), governador do Ceará (foto) desde 2015, vai renunciar para disputar uma vaga no Senado nas eleições de outubro. De acordo com o jornal Diário do Nordeste, o governo deve realizar uma solenidade no sábado (2) para marcar o fim da estada do petista no Palácio da Abolição. Na data, a vice Izolda Cela, do PDT, assumirá como governadora.

Flávio Dino (PSB), governador do Maranhão, entregará o comando do Palácio dos Leões ao seu vice, Carlos Brandão (PSB), que também é seu indicado para concorrer ao cargo de governador nas eleições de outubro – no caso de Brandão, não há necessidade de desincompatibilização. O vice da chapa de Brandão na eleição  é Felipe Camarão, do PT.



Com a saída do governador Wellington Dias (PT) para disputar o Senado, o Piauí terá, pela primeira vez, uma mulher no comando do estado de forma permanente. Regina Sousa (PT) assumirá as novas funções na quinta-feira (31), em uma cerimônia de transmissão de cargo no Palácio de Karnak, sede do governo estadual – a deputada federal Margarete Coelho (PP) já ocupou a cadeira, mas como governadora interina.

O governador de Alagoas, Renan Filho (MDB), anunciou na semana passada que deixará o cargo para disputar as eleições de outubro. “Renunciarei na próxima semana para disputar as eleições e acho que cumprirei um papel melhor, nessa transição que o país deve passar agora em 2022, tendo um mandato eletivo em Brasília”, disse o governador, que deve se candidatar ao Senado – se for eleito, será colega do pai, o senador Renan Calheiros (MDB).

A Assembleia Legislativa de Alagoas terá que fazer uma eleição indireta para um mandato-tampão até 31 de dezembro. O nome mais cotado é o do deputado estadual Paulo Dantas (MDB), que além de ter o apoio de Renan Filho, também contará com o apoio do presidente do Legislativo estadual, Marcelo Victor (União Brasil).



Mesmo que tenha perdido as prévias do PSDB para João Doria, o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite não desistiu de ser o candidato tucano à Presidência da República e ontem renunciou ao mandato. Com a saída do governador, o vice Ranolfo Vieira Júnior (PSDB), vai comandar o Executivo gaúcho. Ele também é o pré-candidato do partido ao governo do estado.

João Doria poderia, se quisesse, continuar no governo de São Paulo e disputar a reeleição no estado mais populoso e rico do país. O vice-governador Bruno Garcia, afilhado político do governador e novato no PSDB, assume o governo. Também é ele é o indicado do partido para disputar o governo de São Paulo, registra a Gazeta do Povo.



Prefeitos também renunciam

Levantamento preliminar realizado pela mídia, indica que pelo menos seis prefeitos de capitais também renunciaram aos cargos para concorrer nas eleições gerais.

Entre as citações estão o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), que vai concorrer ao governo de Minas Gerais.

O prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (União Brasil), também renunciou. Na lista aparecem o prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), de de Maceió. Henrique Caldas (PSB), de Aracaju, Ednaldo Nogueira (PDT) e de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB).

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