Sessão de música, pintura no rosto e contação de história na fundação educacional
Por Misto Brasília – DF
O 15º Festival Latinidades será realizado de sexta-feira (22) a domingo (24), no Museu Nacional de Brasília. Sob o tema Mulheres Negras – todas as alternativas passam por nós, serão 50 homenageadas, dentre as quais Epsy Campell (Costa Rica), Sueli Carneiro (SP), Kátia Tapety (PI), Mãe Beth de Oxum (PE), Valdecir Nascimento (SA), Mãe Dora de Oyá (DF), Nilcemar Nogueira (RJ) e Mãe Baiana (DF).
Antes da agenda oficial, acontecem duas atividades “esquentas” na periferia do Distrito Federal. A primeira delas é voltada para os pequenos: sessão de música, pintura no rosto e contação de história na fundação educacional neste sábado (16), no Varjão (Casa Afrolatinas, rua do Lazer).
E na quinta-feira (21) na Cidade Estrutural. Com 14 a 15 anos, elas vão ter um dia de beleza e cuidados, uma feira de profissões para inspirar seus futuros e um bailinho de debutante.
Há 30 anos, comemora-se a 25 de julho o Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha. O Festival Latinidades, responsável por popularizar sua agenda no Brasil, vem sendo realizado desde 2008, há 15 anos, na mesma data. Durante o festival serão gravadas entrevistas e materiais que darão origem a um documentário internacional, contribuição do projeto para a salvaguarda de patrimônios imateriais ligados ao assunto.
O festival volta à forma presencial. Desenvolvido pelo Instituto Afrolatinas e patrocinado pela empresa Oi, o projeto parte do lugar das artes e da cultura para dialogar, disputar narrativas e fortalecer diferentes saberes de mulheres negras: na academia, na rua, na escola, no chão de fábrica, na comunicação, nos movimentos sociais, na gestão de políticas públicas, na diversidade infinita das nossas potências e possibilidades de produção de conhecimento.
























