História Concisa da Grã-Bretanha, publicado pela Editora Edipro, entra na lista da para compreender a coroa britânica
Com a morte da rainha, o seu filho mais velho, Charles Philip Arthur George, será o sucessor. Aos 73 anos, o recente nomeado Charles III, é o monarca mais velho a iniciar o reinado. Além de Charles, Elizabeth ll e príncipe Philip, falecido em 2021, tiveram mais três filhos: princesa Anne, príncipe Andrew e príncipe Edward.
Na linha sucessória imediata agora estão o príncipe William (filho de Charles III) e príncipe George (neto de Charles III).
Diante desse momento histórico, para compreender quais serão os próximos passos da coroa britânica, é importante conhecer e associar outros fatos sobre a monarquia, entender o ingresso à comunidade europeia, saber como foi a chegada de Elizabeth II à corte e ficar por dentro das curiosidades sobre a política da Grã-Bretanha.
Uma dica de leitura que atende esses requisitos e que não pode faltar na sua lista é a obra História Concisa da Grã-Bretanha, publicado pela Editora Edipro. O livro comprime, – em textos, mapas e imagens – ocorridos dos últimos três séculos na monarquia britânica, desde a formação como Estado soberano (1707), até a perda parcial da soberania (1975). Referente à rainha Elizabeth II, a publicação destaca, no capítulo 9, a ascensão da monarca ao poder.
A relação do parlamento com o eleitorado
Este livro oferece uma história concisa e ilustrada da Grã-Bretanha ao longo dos últimos três séculos, desde sua formação como Estado soberano na União da Inglaterra e da Escócia, em 1707, até a perda parcial de sua soberania por ocasião de seu ingresso na Comunidade Europeia, por fim confirmada pelo resultado do referendo de 1975.
O tema geral deste livro é a interação entre o Estado e a sociedade.Isto envolve, especificamente, a inter-relação do parlamento com o eleitorado. A protelada introdução da democracia é vista como uma consequência do conservadorismo inerente à sociedade britânica – ou, ao menos, à sociedade inglesa. As causas reacionárias foram mais poderosas, e as forças de inércia mais duradouras que as campanhas radicais – conclusão esta talvez reforçada pelos resultados da eleição de 1992.























