O objetivo é dar vazão à crescente procura por remédios que fez desaparecer os produtos das farmácias
Após o fim da política de “zero Covid” e do aumento drástico de casos de Covid-19 na China, o governo de Pequim confiscou nesta sexta-feira (23) a produção de suprimentos médicos. Também confisco testes de coronavírus de algumas empresas farmacêuticas chinesas.
O motivo são os problemas no abastecimento desses itens nas farmácias.
Depois da decisão repentina do governo de acabar com quase três anos de confinamento, quarentenas e testes em massa, as farmácias viram grandes filas se formar e enfrentam desabastecimento. As autoridades pediram às pessoas com sintomas leves que ficassem em casa e se tratassem – o que levou à compra compulsiva de remédios como ibuprofeno, além de testes.
Para resolver estas carências, as autoridades intervieram em mais de uma dezena de empresas farmacêuticas chinesas para ajudar a “garantir o abastecimento”, segundo a mídia local.
Pelo menos 11 dos 42 fabricantes de testes cujos produtos são autorizados pelos reguladores chineses viram grande parte de sua produção ser confiscada pelo governo ou receberam ordens do Estado para entregá-la, segundo a mídia local.
A Wiz Biotech, fabricante de testes de antígenos na cidade de Xiamen, no sul do país, confirmou à agência de notícias francesa AFP que toda a sua produção foi apreendida pelo governo local.























