Operação conjunta entre a Polícia Civil e a PF contra bolsonaristas

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Ônibus queimado após o vandalismo dos bolsonaristas na segunda-feira/Reprodução vídeo
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Estão sendo cumpridos mandados judiciais no DF e em vários estados. Três pessoas já foram presas

Por Misto Brasília – DF

Três pessoas (Klio Damião Hirano, Átila Mello e Joel Pires Santana) foram presas nesta manhã na Operação Nero, que está sendo executada em conjunto entre a Polícia Civil do Distrito Federal e a Polícia Federal.  Dois dos presos são do Rio de Janeiro e um mora no Distrito Federal. Texto atualizado às 8h29.

Estão sendo cumpridos 32 mandados judiciais entre busca e apreensão e de prisão no Distrito Federal e em vários estados, como em Rondônia, Pará, Mato Grosso, Tocantins, Ceará, São Paulo e Rio de Janeiro. Os mandados foram autorizados pelo Supremo Tribunal Federal.



O alvo são os manifestantes bolsonaristas que depredaram ônibus, carros e o patrimônio público no último dia 12. Na ocasião, os manifestantes tentaram invadir a sede da Polícia Federal para resgatar um cacique Xavante que tinha sido preso. Houve também uma tentativa de invasão na 5ª Delegacia de Polícia.

Nesta operação, os acusados devem ser enquadrados por tentativa de golpe de estado. Ainda nesta manhã deverá ser fornecida mais informação sobre esta operação.

De acordo com informações da Polícia Civil, as investigações tiveram início na Polícia Federal, visando identificar os envolvidos no ataque ao Edifício-Sede da instituição, e na Polícia Civil do Distrito Federal, a qual apurou os atos de vandalismo cometidos em Brasília.



As duas investigações foram encaminhadas, em razão de declínio de competência ao Supremo Tribunal Federal.

Segundo ainda uma nota da Polícia Civil, o conjunto da investigação buscou identificar e individualizar as condutas dos suspeitos de depredar bens públicos e particulares, fornecer recursos para os atos criminosos ou, ainda, incitar a prática de vandalismo.

Os crimes objetos da apuração são de dano qualificado, incêndio majorado, associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, cujas penas máximas somadas atingem 34 anos de prisão.


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