O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, não esconde mais seu interesse na questão da Lava Jato. Talvez contrariado pela dimensão que tomou, o ministro fez da operação um alvo de ataques que, principalmente, para o esquema do colarinho branco que se apoderou do Estado brasileiro.
A última manifestação do ministro foi ontem em entrevista publicada hoje no jornal Folha de São Paulo. A melhor das afirmações foi a de que os investigados passaram a ser “reféns”. Segundo ele, “é uma tentativa de manter um apoio permanente. E isso obviamente é reforçado com a existência, vamos chamar assim, entre aspas, de reféns”.
E vai mais adiante: “Tudo isso paz parte de um jogo retórico. Agora, o apoio da opinião pública é importante porque se trata também de um jogo de poder. Você está confrontando gente com poder econômico, influência política.”
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