O Tribunal de Contas definiu como gestor do projeto a Semob, que vai definir o passo seguinte da Zona Verde
Por Misto Brasília – DF
A implantação dos estacionamentos pagos, no chamado projeto Zona Verde, está cada mais próxima. Com a definição do gestor do projeto pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal, a fase seguinte deverá estabelecer os critérios para a concessão pública e a escolha da empresa.
O tribunal de contas definiu a Secretaria de Transporte e Mobilidade pela gestão da controvertida proposta. A previsão é de que a tarifa seja de R$ 3 para carros e R$ 1,50 para motos, por hora estacionada.
Em seu parecer, o conselheiro Inácio Magalhães entendeu que a concessão da Zona Verde extrapola o ponto de vista do trânsito terrestre, regido pelo Código de Trânsito Brasileiro. Segundo o gestor da Semob, Valter Casimiro, ainda há mais um passo a ser dado.
“O tribunal entendeu que temos competência para administrar, pois envolve a mobilidade. Agora, eles vão dar um parecer sobre o projeto em si, seus requisitos. Mas há uma avaliação favorável das áreas técnicas de lá”, comentou o secretário Valter Casimiro, segundo informou a sua assessoria.
Para o secretário da Semob, o objetivo de incentivar o uso do transporte público, a proposta prevê a criação de bolsões de estacionamento junto às estações do metrô e do BRT, onde os usuários poderão estacionar de graça.
Os estacionamentos rotativos previstos são os localizados nas asas Sul e Norte, Sudoeste, SIG, SIA, setores bancários, comerciais e de autarquias Sul e Norte, Esplanada, Eixo Monumental, além de áreas próximas ao metrô e BRT. Os estacionamentos do Parque da Cidade não serão taxados.
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