O indicador da Fundação Getulio Vargas (FGV) que mensura a incerteza da economia do país cresceu fortemente em junho. O motivo é a crise política. A taxa elevou de 128,1 pontos em maio para 142,5 pontos neste mês.
Segundo dados da FGV, esse nível de acréscimo só fora registrado no pré-impeachment de Dilma Rousseff em 2016 e no rebaixamento da nota de crédito do Brasil em agosto de 2015.
Enquanto isso, o Conselho Monetário Nacional anunciou que a meta central de inflação será de 4,25% em 2019 e de 4% em 2020. O intervalo de tolerância foi mantido em 1,5 ponto percentual. A meta é um objetivo a ser perseguido pelo Banco Central. O principal instrumento usado pela instituição é a taxa básica de juros da economia, a Selic, que atualmente está em 10,25% ao ano.
Em contrapartida, a inflação medida pelo IGP-M registrou queda de 0,67% em junho após apresentar recuo de 0,93% em maio. Em 2017, o indicador acumula queda de 1,95% até este mês. O IGP-M é usado para reajustar contratos de aluguel de imóveis.
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