O levantamento foi realizado em duas pesquisas que foram divulgadas hoje. Houve queda no volume de venda do produto
Por Misto Brasil – DF
O tamanho do panetone está menor, mas está mais caro e o volume de venda é menor neste ano. Foi o que constatou um levantamento da empresa de inteligência de varejo Scanntech, que analisou 40 mil pontos de venda.
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A análise de cenário aponta que os panetones registram variação de tamanho médio das unidades com queda de 21,1% em relação ao ano passado. Quanto ao preço por quilo, os itens registram um aumento de 27% na comparação com novembro do ano passado, quando chegou a todos os supermercados e atacarejos.
A média de queda no volume de venda de panetone em relação a 2022 é de 13,8%. A menor retração encontra-se na região Centro-Oeste com 27,7%.
A variação de preços do panetone praticados em novembro, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro tiveram a maior variação da análise, 45,8%. O interior de São Paulo registrou 24,7%, a capital paulista, 21,2%; o Centro-Oeste, 28,2%; o Norte, 12,2%; a região Sul, 24,6% e o Nordeste com 11,8%.
Panetone com ou sem uva e a ceia de Natal
Em outra pesquisa, desta vez realizada pela marca de vale refeição e alimentação Ticket, apenas 20% não gostam da uva passa no panetone, 43% são indiferentes e 37% colocariam uva passa em tudo.
As pessoas que são da geração Z, a quantidade de quem não gosta do alimento sobe para 43%.
Sobre o cardápio da ceia de Natal, 39% disseram que pretendem mudá-lo para inserir novos pratos e sabores. Outros 33% dizem que não vão mexer no cardápio e 28% pretendem fazer mudanças para deixá-lo mais barato.
“Por conta dessas preferências, conceder um benefício de alimentação nesta época permite que as pessoas tenham a liberdade para escolher os alimentos que desejam, respeitando gostos e restrições alimentares. As cestas físicas de Natal restringem o cardápio e podem gerar desperdício de itens”, comentou a diretora de Produtos de empresa, Natália Ghioto.
Sobre os principais alimentos que irão compor a ceia, 84% pretender incluir carnes – apenas um ponto percentual a menos no comparativo com pesquisa feita pela marca em 2022.
As frutas e oleaginosas seguem na segunda colocação, com 57% da preferência, contra 56% registrados no ano passado. Na sequência, como no ano anterior, vêm as bebidas, com 52%, enquanto ano passado a categoria foi mencionada por 49% dos respondentes.
Foram mencionados os doces (48%); cereais, como arroz e milho, com 37%; leguminosas, como lentilha e feijão, com 35% das menções; e farofa, com 34%.























