O sistema de saúde não consegue atender a demanda de pacientes e a média para o atendimento médico pode chegar a oito horas nos hospitais e nas UPAs
Por Misto Brasil – DF
O boletim epidemiológico divulgado no início da noite de hoje (26), informa que o Distrito Federal registra 55 mortes em consequência da dengue. Outras 82 mortes estão sendo investigadas pelas autoridades sanitárias.
Os casos prováveis da doença chegam a quase 100 mil (98418), o que tem ampliado as dificuldades no atendimento da rede pública e particular de saúde. A epidemia tem provocado lotação das unidades de atendimento dos hospitais e das Unidades de Pronto Atendimento (UPA).
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O tempo médio de atendimento é de seis a oito horas. Nas UTIs, os leitos estão quase lotados e pacientes esperam na fila pelo atendimento emergencial.
O Distrito Federal está em primeiro lugar no ranking dos casos de dengue, com quase 3 mil por 100 mil habitantes. Está à frente do estado de Minas Gerais, que aparece em segundo lugar, e do Estado de Goiás, que está na sexta posição.
O lixo jogado pelas cidades tem facilitado a proliferação do mosquito transmissor. Os habitantes também tem responsabilidade nesta epidemia, já que em pequenos locais com água o mosquito pode reproduzir em grande quantidade.
O número de agentes de saúde foi ampliado, assim como os fumacês. Agora são 40 viaturas que tem uma agenda que é cumprida nas regiões administrativas. Mas o veneno afeta apenas os mosquitos adultos.























