Superávit das exportações para a China bate recorde histórico

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Vista parcial do Porto de Paranaguá por onde passam parte das exportações do Brasil/Arquivo/Agência estadual/PR
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Dados revelados nesta quarta-feira indicam que a China liderou o aumento das exportações brasileiras, seguido dos Estados Unidos

Por Misto Brasil – DF

O superávit da balança comercial foi recorde na série histórica mensal entre o Brasil e a China. O valor de fevereiro chegou a US$ 5,4 bilhões, segundo revelou hoje (20) a Fundação Getúlio Vargas (FGV);

O Icomex do primeiro bimestre do ano chegou a US$ 11,9 bilhões. A China liderou o aumento das exportações brasileiras, e o saldo do bimestre com esse país explicou 43% do superávit da balança comercial brasileira.

O ano começou com resultados favoráveis, mas há dúvidas que essa trajetória de resultados recordes possa se consolidar. As projeções indicam saldos ao redor de US$ 80 bilhões.

Ao longo do ano de 2023, as expectativas desfavoráveis se reverteram a demanda chinesa aumentou e o país alcançou o maior superávit da sua história, US$ 98,8 bilhões.

O desempenho por setor de atividade mostra a liderança da indústria extrativa, onde as exportações cresceram em valor 53,1%, na comparação interanual em janeiro.

Esse resultado é explicado pela variação de 44,4% em volume e de 5,9% nos preços. Destacam-se as vendas de petróleo bruto (17,8% do total exportado) com aumento de 53,4% em valor, impulsionado pelo aumento de volume (61,8%), pois os preços recuaram.

Em seguida, as exportações de minério de ferro (participação de 10,5%), com aumento em valor de 56,9%, sendo 20% no volume e 30,8% nos preços. Lembra-se que, até meados de 2023, os preços do minério de ferro estavam caindo em relação a 2022. O aumento da demanda chinesa explica esse resultado.

Para o segundo principal mercado, Estados Unidos (participação de 12,1%), a pauta de exportações é mais diversificada, mas o petróleo é o principal produto, com participação de 15%, seguido das semimanufaturas de ferro e aço, 9,7%.

O crescimento em valor foi de 19,4% nas exportações. Para a Argentina (participação de 3,4%), a queda no valor foi de 28%.

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