Pastor leva o Rio de Janeiro ao caos

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Texto de Magno Martins

Estou no Rio, há dois dias, não encontrei, ainda, um só carioca satisfeito com a gestão do prefeito Marcelo Crivella (PRB). O pastor da Igreja Universal ainda não disse a que veio e vive envolvido em trapalhadas.  A primeira baixa foi a do bombeiro Cláudio da Fonseca, indicado para a Subsecretaria de Defesa Civil. Ele já havia sido condenado por uso irregular de recursos. Aos cinco dias de governo, Crivella tornou nula a nomeação.

Depois, anunciou o nome do engenheiro Paulo Cesar Ribeiro pra presidência da Companhia de Transportes Municipais, mas voltou atrás. Justificou dizendo que ele estava com uma doença grave, mas o engenheiro desmentiu. Dias depois, recuou na nomeação do advogado Arthur Fuks, que compartilhava no Facebook mensagens a favor da morte de criminosos.

No meio desse caminho, seu governo nomeou ainda uma servidora que fez concurso para merendeira e um blogueiro para cargos na Secretaria de Transportes, mas a Prefeitura justificou a escolha deles pelo currículo que acumulavam. Já uma segunda merendeira que havia sido nomeada pra mesma secretaria foi exonerada dias depois. Outra crise diz respeito ao vice Fernando MacDowell.

Ao se tornar público que ele é inadimplente do IPTU, deixou o prefeito em uma situação muito delicada, em uma área que o município precisa trabalhar com bastante eficiência.

Trapalhadas à parte, nada foi tão simbólico quanto o prefeito simplesmente errar o dia do aniversário da cidade. Foi o que ele fez no dia seguinte à comemoração do padroeiro São Sebastião. “Nossa cidade maravilhosa, que ontem fez aniversário, a ela eu peço uma salva de palmas”, discursou.

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