O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quarta-feira pedido feito pela defesa do presidente Michel Temer para afastar o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de atuar em investigação contra ele por supostamente ter uma atuação parcial, publicou a Reuters.
No pedido apresentado há três semanas, o advogado de Temer, Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, argumentara que o chefe do Ministério Público Federal (MPF) está “obstinado” em incriminá-lo e tem “evidente inimizade” pelo presidente.
Para o defensor de Temer, havia se tornado “público e notório” que a atuação de Janot “vem extrapolando em muito os seus limites constitucionais e legais inerentes ao cargo que ocupa”. Esse pedido fazia parte de tentativa para neutralizar os efeitos da provável nova denúncia contra o presidente a ser oferecida antes de Janot deixar o cargo, em 17 de setembro.
























