Grupo Bertin proibido de participar de licitação pela Aneel

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Em situação financeira delicada empresa da famíllia Bertin vive mais um de uma sucessão de reveses. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) proibiu o Grupo Bertin de participar de qualquer licitação do setor elétrico pelo prazo de dois anos no final do mês passado.

A determinação ocorreu em 29 de agosto. O motivo foi não ter construído seis usinas térmicas da empresa no complexo industrial de Aratu, na Bahia. As plantas foram leiloadas em 2008 e segundo contrato já deveria produzir energia desde janeiro de 2013. O que não ocorreu. Além disso, pelo menos 23 usinas não foram construídas, segundo a Aneel.

A agência também recomendou ao Ministério de Minas e Energia para que a empresa seja declarada inidônea. Assim, ficaria de fora de todo o tipo de contratação relacionado ao governo federal.

Pouco antes, em 17 de agosto, a  situação ficou um pouco pior para o Grupo Bertin, que passou a ser Heber, no setores de infraestrutura e agronegócios, recorreu a um pedido de recuperação judicial.

O total de dívidas declaradas pela própria empresa é de R$ 7,85 bilhões. No processo, foram incluídas 10 companhias que fazem parte desse conglomerado, entre elas, a Cibe e a Contern, que formam a concessionária que administra o Rodoanel Sul e Leste, em São Paulo.

A companhia teve 60 dias para apresentar um plano de reestruturação do total das dívidas aos credores, como Caixa Econômica Federal (CEF) e Banco do Brasil (BB), além dos fornecedores. Após a apresentação dessa proposta, obtiveram prazo de 120 dias para discutir e aprovar o acordo. Com informações do G1 e de Exame.

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