É o que mostra um levantamento da OIT analisado por países e divulgado pelo economista Matheus Blauth. Há uma PEC que reduz a hora trabalhada
Por Misto Brasil – DF
A escala média dos trabalhadores brasileiros é de 5 X 2 com 39 horas semanais, conforme divulgou o economista Matheus Blauth, da Economia Descomplicada, página que está no Instagram.
No mesmo levantamento feito pelo analista de novos negócios, a informação é que 11% dos trabalhadores têm uma jornada na escala 6 x 1 com 49 horas semanais ou mais por semana.
Blauth divulgou que 89% dos trabalhadores brasileiros já tem carga de trabalho semanal menor que 39 horas, confirme dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
“A informação mais importante agora é sabermos quais são as categorias que estão dentro desses 11% de trabalhadores que tem carga semanal acima de 39 horas”, escreveu o economista.
Na Câmara dos Deputados a PEC que altera o regime de horas trabalhadas obteve o número mínimo para tramitar (171).
Após o tema ganhar apoio nas redes sociais, a deputada federal Erika Hilton (PSol-SP) conseguiu coletar assinaturas suficientes de parlamentares, mas a pauta ainda está em estágio inicial de apreciação no Congresso Nacional.
o presidente Lula da Silva defendeu que o tema seja tratado pelo G20, grupo que reúne as maiores economias do mundo e cujos líderes estarão reunidos por dois dias no Rio de Janeiro a partir de segunda-feira (18).
“O neoliberalismo agravou a desigualdade econômica e política que hoje assola as democracias. O G20 precisa discutir uma série de medidas para reduzir o custo de vida e promover jornadas de trabalho mais equilibradas”.
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho (PT), a princípio se colocou contra a aprovação da medida no Parlamento, e disse que o fim da escala de trabalho 6×1 deve ser negociado por meio dos sindicatos.
“A pasta considera, contudo, que a redução da jornada para 40 horas semanais é plenamente possível e saudável, quando resulte de decisão coletiva”, escreveu na rede social X.
A proposta deve passar por uma série de audiências públicas, onde sindicatos, associações e especialistas serão ouvidos para enriquecer o debate e fornecer subsídios para os congressistas decidirem






















