Texto de Genésio Araújo Júnior
Sou de uma geração que desejava, ansiosamente, mudar o Mundo. A democracia para nós parecia um quadro expressionista.
Completamos 50 anos da morte de Ernesto “Che” Guevara, que era a cara dessa luta de querer mudar o Mundo de qualquer jeito. A guerrilha parecia a única saída contra um capitalismo, que não tinha compromisso com o desenvolvimento social e redução de desigualdades, mas tão-somente com o poder.
Depois, ficou claro que o único caminho seria a democracia. Hoje, socialismo e capitalismo, assim como a democracia, estão em xeque. Encontraremos uma saída. Che virou só um retrato na parede!
Nota da Redação – Cubanos saíram às ruas de Havana neste domingo para homenagear Ernesto Che Guevara pelos 50 anos de sua morte, ocorrida em 9 de outubro de 1967, na Bolívia. Esta é a primeira vez em que a ilha celebra o “Dia do Guerrilheiro Heroico” sem a presença de Fidel Castro, seu grande parceiro durante a Revolução Cubana, que morreu em novembro do ano passado, aos 90 anos.
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