Golpes mais comuns contra o microeemprededor individual

Microempreendedora pequeno negócio Misto Brasil
Os micrompreendedores também devem contribuir com a previdência social/Arquivo/Divulgação
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O Sebrae orienta que os donos de pequenos negócios devem ficar atentos às mensagens enviadas pelo Whatsapp, E-mail

Por Misto Brasil – DF

Os micro empreendedores individuais (MEI) são sistematicamente abordados por mensagens que oferecem descontos para pagamento de tributos com uso do Pix, links falsos, cobranças indevidas, entre outras fraudes.

O Sebrae orienta que os donos de pequenos negócios devem ficar atentos às mensagens enviadas pelo Whatsapp, E-mail, correspondência e SMS. Na dúvida, a recomendação é buscar informações nos canais oficiais.

Um dos golpes mais comuns é o envio de falsas guias de pagamento do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS-MEI).

Clientes do Sebrae que são MEI costumam receber mensagens do Sebrae com o lembrete do dia de pagamento. Nesse caso, indica-se a emissão do boleto no portal do Sebrae.

Quatro golpes mais comuns

1. Sites falsos para abertura de MEI – Os golpistas criam páginas falsas, simulando a identidade visual dos portais oficiais do governo, e cobram pela formalização do MEI.

A formalização do MEI é sempre feita pelo portal Gov.br, de forma gratuita. O CNPJ é criado instantaneamente e não há nenhuma necessidade de pagamento de taxa.

Existem, também, empresas que oferecem o serviço de assistência para a abertura da empresa, mas que cobram valores muito acima do mercado, tornando o processo caro e inviável.

O Sebrae realiza esse serviço gratuitamente pelo 0800 e nos pontos de atendimento presenciais.

2. E-mails com solicitação de retificação – Fraudadores costumam enviar e-mails solicitando que o microempreendedor faça correções na Declaração Anual do Simples Nacional do MEI (DASN SIMEI), ou informando sobre pendências em sua declaração de Imposto de Renda.

Eles aproveitam para incluir links e anexos maliciosos para infectar seu computador e obter acesso aos seus dados pessoais e bancários.

3. Cobranças de filiação ou taxas associativas indevidas – Esse golpe costuma acontecer por e-mail, telefone, SMS ou WhatsApp.

Os golpistas dizem que o MEI deve um saldo referente a uma taxa anual associativa (tipo de taxa paga a associações comerciais ou empresariais) e enviam uma forma de pagamento, como um código do Pix ou código de barras.

A condição de MEI não obriga ninguém a contribuir com qualquer associação por conta da abertura da empresa.

4. Propostas de empréstimos – Caso você precise de linhas de crédito ou empréstimos, procure por empresas já consolidadas no mercado. Tenha bastante cuidado na hora de fazer solicitações pela Internet, certificando-se de estar no site oficial dessas empresas.

Se possível, prefira solicitar pessoalmente. Algumas instituições financeiras e o próprio governo podem oferecer propostas de crédito a taxas menores. Entretanto, é recomendado que o empresário sempre desconfie de ofertas pelo WhatsApp, SMS ou redes sociais.

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