As polícias do Distrito Federal e de Goiás fazem neste momento uma grande operação contra a chamada máfia dos concursos. Somente uma facção desta máfia teria movimentado mais de R$ 1 milhão em propina paga por candidatos aprovados em certames.
Um ex-funcionário do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) é alvo desta operação. Em Goiás, duas pessoas devem ser presas nesta segunda-feira. De acordo com o CB, um dos presos em Goiânia já havia sido detido, recentemente, na Operação Patrick, relacionada à fraude na pirâmide financeira da venda de moedas virtuais denominada Kriptacoin.
No DF, a segunda etapa da Operação Panoptes, os policiais civis cumprem mandatos de prisões preventivas e três temporárias, oito de condução coercitiva e 15 mandados de busca e apreensão.
A organização criminosa seria liderada por Hélio Ortiz. Várias seleções realizadas no DF nos últimos cinco anos estão sob suspeição, além de vestibulares para Medicina.
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