Os servidores públicos federais ficarão sem reajuste salarial já negociado. Duas medidas provisórias que chegaram ao Congresso Nacional, além de cortar o reajuste, aumenta as alíquotas previdenciárias para o funcionalismo.
A ideia é reduzir os gastos em R$ 5 bilhões no próximo ano. O governo elevou a alíquota previdenciária dos servidores federais de 11% para 14%. A contribuição sobre o salário até o teto do INSS (R$ 5.531,31) continua em 11%.
Sete grupos serão os mais afetados pelo corte do reajuste: docentes; Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal; carreiras jurídicas (vinculadas ao Executivo); área de gestão (Banco Central, CVM, Susep, Ipea e IBGE); auditores da Receita Federal e do Trabalho, e peritos do INSS; diplomatas; e policiais militares e civis dos ex-territórios.
“O adiamento vale para um conjunto de categorias do governo federal, que são aquelas mais bem remuneradas e que tinham feito acordo de reajuste por período de quatro anos”, disse o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira.

























