O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, presidente de honra do PSDB, defendeu nesta sexta-feira que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, assuma o comando da legenda, um dia depois de o presidente licenciado do partido, senador Aécio Neves (MG), destituir o também senador Tasso Jereissati (CE) da presidência interina da legenda.
A decisão de Aécio agravou ainda mais a cizânia entre os tucanos, com aliados de Tasso, que se lançou candidato ao comando da sigla nesta semana, criticando o senador mineiro, abatido por acusações de irregularidades no âmbito da delação premiada de executivos da J&F, holding que controla a JBS.
“Acredito que o restabelecimento da coesão, com tolerância à variabilidade das opiniões internas, mas também com firmeza de propósitos, requer que o presidente designado do PSDB, Alberto Goldman, crie condições para que líderes experientes e respeitados, como o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, assumam posição central no partido”, escreveu Fernando Henrique, em uma rede social.
























