Tudo indica que o bilionário Sebastián Piñera, ganhará neste domingo (19), com folga, o primeiro turno das eleições presidenciais no Chile e avançará para uma vitória definitiva em 17 de dezembro. Mas será uma vitória de Piñera ou uma derrota de Michelle Bachelet? pergunta o El País.
Em relação aos candidatos presidenciais, na última pesquisa do CEP apenas três dos oito que vão à votação têm um pouco mais de avaliações positivas do que negativas. Além disso, nenhum, entre todos os candidatos para presidir o país, consegue que mais de quatro em cada dez entrevistados dizem ter uma opinião positiva sobre eles, escreve Christian Valdiviesco, do El Amosrador.
Pela segunda vez na vida – e esse é o seu grande drama – a ex-presidente passaria o poder para o líder da centro-direita e não para alguém do seu próprio campo político. Ela chegou ao poder em 2013 com 62% dos votos.
Sua popularidade chegou a cair a 20%. Agora, está em 29%. A economia não afundou, mas cresceu pouco em relação à média chilena: 1,8% em média, o pior índice desde 1990. O Chile é o maior produtor de cobre do mundo, cujo preço é próximo ao mais alto desde julho de 2014.
David Gallagher, analista político, economista e professor de literatura, representante da direita liberal, é muito duro com esta etapa final. “Um legado negativo grande do Governo é ter destruído a social-democracia no Chile.”






















