O dólar à vista encerrou as negociações nesta quinta-feira a R$ 5,6613, com queda de 1,46% sobre o real. Ações do Bradesco subiram 15%
Por Misto Brasil – DF
O Ibovespa ganhou mais de 3 mil pontos, com direito a renovação de recorde, impulsionado pelas ações de bancos e pelo aumento do apetite ao risco no exterior após anúncio de acordos comerciais pelos Estados Unidos.
Nesta quinta-feira (08), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 136.231,90 pontos, com avanço de 2,12%. Durante a sessão, o Ibovespa renovou a máxima histórica intradia aos 137.634,57 pontos — o recorde anterior foi registrado em 28 de agosto, 137.469,26 pontos.
O dólar à vista encerrou as negociações a R$ 5,6613, com queda de 1,46% sobre o real, registrou o MoneyTimes.
No cenário doméstico, os investidores repercutiram a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) em elevar a Selic em 0,50 ponto percentual (p.p.), de forma unânime. Com o novo ajuste, a taxa básica de juros subiu de 14,25% para 14,75% ao ano, no maior nível em quase 20 anos.
As ações do Bradesco subiram mais de 15% em reação ao balanço do primeiro trimestre de 2025 (1T25).
O banco reportou lucro recorrente de R$ 5,9 bilhões no primeiro trimestre de 2025 — uma alta de 39% em relação ao mesmo período do ano passado. O número ficou acima do esperado pelo consenso da Bloomberg, que aguardava lucro de R$ 5,3 bilhões no período e animou os investidores.
A ponta positiva, porém, foi liderada por Azzas 2154 com alta de mais de 20%, também em reação aos resultados trimestrais. A companhia teve lucro líquido recorrente de R$ 117,7 milhões no primeiro trimestre, alta de 15,6% na comparação anual. O desempenho veio acima do esperado pelo mercado.

