Comandante da Marinha prestará depoimento no STF

Vice-presidente Hamilton Mourão
Mourão se elegeu senador pelo Rio Grande do Sul/Arquivo/Marcos Oliveira/Agência Senado
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Além do almirante Marcos Olsen, serão ouvidos nesta sexta-feira o ex-ministro Aldo Rebelo e o senador Hamilton Mourão

Por Misto Brasil – DF

O ex-vice-presidente e atual senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), o comandante da Marinha, almirante Marcos Sampaio Olsen, e o ex-ministro da Defesa Aldo Rebelo deverão prestar depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira, 23, na ação penal que investiga uma tentativa de golpe de Estado.

Eles poderão comentar ao STF sobre a participação das Forças Armadas no 8 de Janeiro, especialmente da Marinha, apontada pelo ex-comandante da Aeronáutica Carlos Baptista Junior como uma Força que deixou tropas à disposição do ex-presidente Jair Bolsonaro para um intento golpista, informou o InfoMoney.

Nesta sexta, a Corte ouvirá testemunhas do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) Augusto Heleno, do general Walter Braga Netto, do ex-comandante da Marinha Almir Garnier e do deputado federal e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Alexandre Ramagem (PL-RJ) – todos réus na ação penal. Foi Garnier quem teria disposto tropas para uma tentativa de golpe, segundo depoimento de Baptista Junior.

Mourão é testemunha do general Heleno, do ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, de Bolsonaro e de Braga Netto.

Ele foi responsável pelo último discurso da gestão Bolsonaro, quando fez um pronunciamento em rede nacional no dia 31 de dezembro de 2022 e foi vaiado por bolsonaristas e chamado de “traidor” no acampamento no Quartel-General do Exército.

Nesse discurso, Mourão, presidente em exercício, pediu que bolsonaristas lutassem “pela preservação da democracia” e que voltassem “à normalidade”. Sem mencionar nomes, Mourão destacou o “silêncio” de “lideranças”, que afetou a imagem das Forças Armadas.

Rebelo, ex-ministro da Defesa de governos petistas no passado, já foi elogiado por Bolsonaro, que disse que gostaria que ele fosse “ministro da Amazônia” num eventual segundo mandato presidencial.

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