O presidente dos Estados Unidos pode até querer comer o fígado de Lula da Silva, mas não pode querer comer o fígado de todos os brasileiros
Por Genésio Araújo Júnior – DF
No 9 de julho, dia em que o Estado mais rico do país celebra uma guerra que perdeu, a economia mais rica do mundo sinaliza jogar no lixo 200 anos de amizade em nome de um exagero político.
Donald Trump enviou uma carta a Lula da Silva anunciando uma taxação extra recorde de 50% em todos os nossos produtos enviados aos Estados Unidos a partir de 1º de agosto, por conta da justiça que se está processando Jair Bolsonaro, por conta das empresas americanas de redes sociais estarem sendo processadas e pelo fato de haver um suposto déficit comercial com o Brasil.
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Tudo estranho, (0:42) pois a justiça é uma coisa e nossa economia é outra.
Pesquisa falada ontem aqui, com empresas americanas, mostra que o Brasil quer algum tipo de controle sobre as plataformas digitais.
E se tem um país que os Estados Unidos exportam mais, que importam, é o Brasil. Donald Trump, em tempos de guerra política, pode até querer comer o fígado de Lula da Silva, mas não pode querer comer o fígado de todos os brasileiros que votaram em Lula.
O bolsonarismo pode estar começando a viver uma vitória de pirro, aquele que ganhou, mas não levou. Basta ver o que aconteceu nas perseguições de Trump no México, Austrália e Canadá.
Trump pode ter dado aos amigos bolsonaristas um veneno, pensando que era um remédio.
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