Boca fechada e na espera de pesquisas

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Congresso Nacional reúne a Câmara dos Deputados e o Senado Federal/Arquivo/Agência Senado
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Pouca gente do Centrão, como Ronaldo Caiado, falou sobre a taxação de Trump contra todos os produtos brasileiros exportados

Genésio Araújo Júnior – DF

Na política, ferido de morte, sobreviva. Se morrer, não seja enterrado. Passadas 24 horas após a carta de Trump para Lula da Silva, anunciando taxa extra de 50% aos produtos brasileiros para os Estados Unidos.

Davi Alcolumbre e Hugo Mota disseram que o Congresso está pronto para a defesa da economia brasileira, do setor produtivo e da proteção dos empregos.

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Pouca gente do Centrão, como Ronaldo Caiado, falou sobre o assunto. Os profissionais vão esperar as pesquisas da semana que vem.

As pesquisas feitas nas redes mostraram ideias como patriotismo e soberania mudando de mãos.

Bolsonaro não pode ser candidato nem a conselheiro tutelar, mas o leal governador carioca de São Paulo, Tarsílio de Freitas, ficou ao sol. Para você ter ideia, 36% das exportações do Brasil que saem para os Estados Unidos saem do estado de São Paulo.

Lula da Silva, que deu várias entrevistas, disse, não vai tentar esconder o chapéuzinho do Trump, não tá aceso.

Pode ficar mostrando, pra gente saber quem você é. A Faria Lima está perplexa, e tal qual o Centrão sabe que o momento é de ficar de boca fechada.

Fernanda Haddad, que estava emasculado, disse que a extrema direita brasileira que corrija o estrago que fez. Política é assim.

Se morrer, não seja enterrado.

 

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