O julgamento é observado por países de todos os continentes, enquanto Donald Trump tenta sabotar a economia como vingança
Por Genésio Araújo Júnior – DF
O julgamento da tentativa de golpe de Estado, algo inédito aqui no planeta, chama atenção da mídia internacional que, mesmo sabendo que Alexandre de Moraes atua como xerife, vê a experiência brasileira como um exemplo para os Estados Unidos.
A imprensa dos cinco continentes está no Brasil para acompanhar tudo. Eles querem ver de perto quem tanto incomoda Donald Trump, prêmios Nobel como Joseph Stiglitz, ou Paul Krugman, revista The Economist, ou jornais como The Washington Post ou New York Times, já dizem do feito brasileiro, mesmo com seu ranger de dentes aí.
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Nada mais simbólico que na véspera do incômodo que fez Trump aplicar um tarifácio inédito e temer que o Pix acabe com o monopólio dos Estados Unidos com seu sistema Swift de trocas internacionais.
Lá na China, Xi Jinping anuncia uma iniciativa com governança global, com direito a foto com Vladimir Putin e Narendra Modi. A Índia, que mais cresce no mundo, se junta com a China num acordo político.
Cai no colo da rede que Lula da Silva vem defendendo. Esse setembro que mal se inicia, nos mostrando porque esse julgamento da tentativa de golpe de Estado é muito mais que um evento histórico. É um marco civilizatório.
E eu me recusava a crer que, em quatro anos, Donald Trump não conseguiria fazer tantos estragos assim.






















