Segundo a organização da Flotilha, um brasileiro já foi deportado, mas ainda não há informações sobre seu retorno ao país
Por Misto Brasil – DF
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, criticou neste domingo (05) a interceptação da Flotilha Global Sumud, que levava ajuda humanitária à Faixa de Gaza, e exigiu a libertação imediata dos brasileiros detidos pelo governo israelense.
Gleisi afirmou que o “sequestro dos ativistas pelo governo Netanyahu contrasta com as gigantescas manifestações pela paz nas principais cidades da Europa” e reforçou a necessidade de garantir ajuda às vítimas em Gaza para que o processo de paz avance.
Centenas de pessoas ocuparam a avenida Paulista, no domingo, em ato pela libertação dos brasileiros detidos por Israel após participarem de uma flotilha internacional de apoio à Faixa de Gaza.
O protesto ocorreu em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) e reuniu movimentos sociais, lideranças políticas e manifestantes que também condenaram a ofensiva militar israelense.
Segundo a organização da Flotilha, um brasileiro já foi deportado, mas ainda não há informações sobre seu retorno ao país nem sobre os demais detidos.
A embarcação, que contava com a ativista Greta Thunberg, tentava romper o bloqueio israelense para levar ajuda humanitária à região.
Pelo menos 12 brasileiros membros da flotilha foram identificados.
Quem são os brasileiros presos por Israel
Thiago Ávila, membro do Comitê Diretor da Global Sumud Flotilla
Mariana Conti, vereadora de Campinas pelo PSol
Nicolas Calabrese, professor e coordenador da Rede Emancipa no Rio de Janeiro
Bruno Gilga, ativista
Lisiane Proença, comunicadora popular
Magno Costa, diretor do Sindicato dos Trabalhadores da USP
Ariadne Telles, advogada popular
Mansur Peixoto, criador do projeto História Islâmica
Gabi Tolotti, presidente do PSol-RS
Mohamad El Kadri, presidente do Fórum Latino Palestino e coordenador da Frente Palestina de São Paulo
Lucas Gusmão, ativista internacionalista.























