Bendine disse que sua administração no BB foi “transparente”

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O ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine negou hoje (16) ter recebido propina durante o período em que esteve nos cargos. Mais cedo, Bendine foi interrogado pelo juiz federal Sérgio Moro na ação penal na qual é acusado pela força-tarefa da Operação Lava Jato do crime de corrupção, informou a Agência Brasil.

Bendine presidiu o Banco do Brasil de abril de 2009 a fevereiro de 2015 e a Petrobras, até maio de 2016. Em delação feita pelo empresário Marcelo Odebrecht, ele foi citado como um dos beneficiários de pagamento de vantagens indevidas. Pelas acusações, o ex-presidente está preso preventivamente desde julho do ano passado no Complexo Médico-Penal (CMP) de Pinhais, localizado na região metropolitana de Curitiba.

Ao ser questionado por Moro se recebeu alguma vantagem indevida para favorecer a empreiteira Odebrecht, Aldemir Bendine negou as imputações e disse que suas gestões foram marcadas pela transparência, além de classificar as acusações como um “complô” contra ele.

“Nego veementemente essa situação. Jamais solicitei ou autorizei que alguém solicitasse qualquer tipo de vantagem indevida. Jamais pratiquei qualquer ato de oficío. Sou funcionário de carreira de mais de 40 anos de trabalho”, disse ao juiz.

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