Responsáveis pela segurança de diversos órgãos públicos e agências bancárias, vigilantes e seguranças ligados ao Sindicato dos Vigilantes do Distrito Federal (Sindesv-DF) paralisaram suas atividades. A greve geral foi decidida na noite de ontem (28), durante assembleia geral. De acordo com o sindicato, a decisão unânime, tomada pela categoria, se deve ao fato de as empresas de segurança estarem aproveitando a reforma trabalhista para cortarem direitos históricos, “com o único propósito de aumentarem ainda mais os seus lucros”.
Segundo o presidente do Sindesv, Paulo Quadros, “toda a responsabilidade dessa greve é dos empresários”. A principal reivindicação dos vigilantes é que os salários e os tickets alimentação sejam reajustados em 7% e que seja mantida a Convenção Coletiva de Trabalho em vigor. “Nos hospitais, apenas as áreas de psiquiatria e maternidade terão nossos seguranças, porque são áreas que requerem maiores cuidados”, informou o sindicalista.
A Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil informaram não ter, até o momento, detalhes sobre os reflexos da greve em suas agências.
Contatado pela Agência Brasil, o Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp-DF) não comentou o assunto. Segundo a assessoria do Sindesp, “não há um posicionamento formal das empresas de segurança sobre a greve”.























