Cerca de 140 policiais federais realizam nesta manhã uma nova operação policial. As investigações envolvem os fundos de Pensão como o Postalis e do Serpro. Entre os presos estão o empresário Arthur Pinheiro Machado, de São Paulo, acusado de receber dinheiro do Serpro e do Postalis, Marcelo Sereno, filiado ao PT e ligado ao ex-ministro condenado José Dirceu e também o Lobista Milton Lyra.
Outro alvo é Ricardo Siqueira Rodrigues, conhecido como Ricardo Grande, apontado pela Polícia Federal como o maior operador de fundos de pensão no país. Também há mandado de prisão contra Patrícia Iriad, funcionária da empresa de Arthur Machado.
A operação Rizoma acontece no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Estão sendo cumpridos dez mandados de prisão preventiva, 21 de busca e apreensão. Segundo O Globo, o petista Marcelo Sereno, “apontado como operador de Sérgio Cabral, teria recebido do esquema de R$ 900 mil; Milton Lyra, um total de US$ 1 milhão entre 2013-14”.
Em recente declaração, o senador Lindberg Farias (PT-RJ), afirmou que Sereno e “um dos grandes nomes do PT, trabalhou no governo do presidente Lula desde o começo, é uma das pessoas mais próximas do ministro José Dirceu, foi um dos responsáveis pela vitória do presidente Lula e eu sei que o Marcelo pode representar o PT”, recorda O Antagonista.
Segundo a investigação, de acordo com o G1, os fundos mandavam dinheiro pra empresas no exterior para pagar a prestação de serviços inexistentes. O dinheiro era espalhado por contas de doleiros e voltava ao Brasil para suposto pagamento de propina. O esquema funcionava através de dois doleiros do ex-governador Sérgio Cabral, que ajudavam a trazer dinheiro em espécie oriundo do esquema de volta ao país.


























