O governo vê que o crescimento da economia brasileira vai desacelerar a partir de 2020, ao mesmo tempo em que continua enxergando enormes rombos fiscais nos próximos anos, cenário que deverá ser enfrentado pelo próximo presidente que será eleito agora, de acordo com informações da Reuters.
A meta de déficit primário de 2019 foi mantida nesta quinta-feira em R$ 139 bilhões, mas o alvo de 2020 foi piorado para rombo de R$ 110 bilhões, sobre R$ 65 bilhões esperado antes, números que constam no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do ano que vem.
Já para 2021, a indicação foi de déficit de R$ 70 bilhões para o governo central, conforme informou a Reuters. “Como estamos definindo metas para o próximo governo, temos de ser bastante cuidadosos”, afirmou o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, em entrevista à imprensa.


























