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Começou o plantio mudas de árvores na Serra do Paranoá

Serrinha do Paranoá Plantio de árvores DF Misto Brasil
O plantio das mudas está sendo feito para proteger os mananciais de água/Divulgação/Seagri
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A finalidade é proteger as 119 nascentes mapeadas na região, além de recuperar a vegetação local e fortalecer a segurança hídrica

Por Misto Brasília – DF

Começou ontem (21) o Plano de Recomposição Vegetal da Serrinha do Paranoá. Será feito o plantio, a manutenção e o monitoramento de 22 mil mudas de espécies nativas do Cerrado.

Além do plantio, a iniciativa consiste no cercamento de áreas, controle de formigas, adubação e implantação de aceiros para prevenção de incêndios.

Leia – Qual nossa relação com as árvores urbanas?

A finalidade é proteger as 119 nascentes mapeadas na região, além de recuperar a vegetação local e fortalecer a segurança hídrica do Distrito Federal.

A ação faz parte de um convênio firmado entre o GDF — por meio da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) —, o Instituto Oca do Sol e o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).

A parceria foi estruturada em duas etapas, sendo a primeira voltada ao diagnóstico das condições ambientais das nascentes da Serrinha do Paranoá e a segunda dedicada ao plantio de mudas.

As árvores escolhidas foram produzidas pela Seagri-DF na Granja do Ipê, e serão acompanhadas pelo período de dois anos para garantir a fixação e o êxito do projeto.

Com dez núcleos rurais, a região da Serrinha do Paranoá é considerada essencial para o Distrito Federal.

“Essas nascentes são muito importantes para o abastecimento do Lago Paranoá, entãoé um trabalho muito importante de preservação ambiental”, destacou o presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), Cleison Duval.

A entidade tem atuado junto aos produtores na conservação ambiental da área.

“Esse trabalho técnico é de fundamental importância para que essas nascentes não desapareçam com a erosão e superurbanização. É relevante manter, recuperar e acelerar a identidade dessa região como produtora de água”, defendeu a presidente do Instituto Oca do Sol, Sol Udry.

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