Toffoli começa a redistribuir investigações do Master

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A Rioprevidência está sendo investigada em operação suspeita com o Banco Master/Arquivo/Divulgação
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Foi o caso do processo do ex-presidente da RioPrevidência, Deivis Marcon, que havia sido encaminhado ao ministro há cerca de um mês

Por Misto Brasil – DF

O ministro do STF Dias Toffoli tem redistribuído para a primeira instância da Justiça Federal investigações relacionadas ao Banco Master com a justificativa de não haver conexão de autoridades com prerrogativa de foro.

Foi o caso do processo do ex-presidente da RioPrevidência, Deivis Marcon, que havia sido encaminhado ao ministro há cerca de um mês. Toffoli devolveu o processo à Justiça Federal do RJ, que autorizou a operação da PF que capturou Marcon após tentativa de fuga.

Leia – Operação no Amapá amplia investigação sobre o Master

Já uma eventual investigação envolvendo o governador do DF, Ibaneis Rocha, tende a permanecer no STF.

O chefe do executivo de Brasília defendeu a compra do Banco Master pelo BRB e nomeou o ex-presidente da autarquia que autorizou aportes bilionários na instituição, informou o Uol Notícias.

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado instalou, nesta quarta-feira (4), uma subcomissão para acompanhar as investigações relacionadas aos fatos e condutas atribuídas ao Banco Master, suspeito de fraudes bilionárias no mercado financeiro.

A chamada Comissão do Bando Master terá 13 membros e será coordenada pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), que afirmou que o caso se trata da maior fraude bancária da história brasileira.

“Diante da gravidade e da magnitude dos lesados, [esse caso] deve ser encarado de frente, doa a quem doer. Mas saiba qualquer senador ou deputado, que, em havendo culpa, também não haverá omissão desta comissão”, garanbtiu o senador alagoano.

O colegiado foi instalado em meio a pedidos para instalação de comissões parlamentares de inquérito (CPIs) sobre o escândalo do banco liderado pelo empresário Daniel Vorcaro, com fraudes que poderiam chegar a R$ 17 bilhões.

Outro foco da investigação da Comissão do Banco Master da CAE será a tentativa de compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília (BRB), instituição pública ligada ao governo do Distrito Federal (GDF).

“Tentaram vender um banco quebrado, sem ativos ou com ativos pobres, para uma instituição pública. É verdade que o diretor de Fiscalização do Banco Central mandou mensagens pressionando o BRB para comprar o Master? É verdade?.

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