Vinicius de Carvalho fez uma comparação do combate à corrupção a uma cidade que tem ou não um aparelho de ressonância magnética
Por Misto Brasil – DF
O ministro da Controladoria Geral da União, Vinicius de Carvalho, afirmou nesta quinta-feira (12) que os casos das fraudes do banco Master e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começaram em governos que não detectavam corrupção.
Ele participa do programa “Bom dia, ministro”, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
Durante a entrevista, Carvalho fez uma comparação do combate à corrupção a uma cidade que tem ou não um aparelho de ressonância magnética. Ou seja, uma cidade que tem esse equipamento, combate o câncer e tem índice de pessoas com a doença. Quem não tem, não investiga e afirma não haver doentes.
“O governo do presidente Lula é o governo em que tem ressonância magnética, é o governo em que as pessoas podem ter certeza que a CGU faz o seu trabalho, a Polícia Federal faz o seu trabalho, a receita federal faz o seu trabalho e todos os órgãos responsáveis por controle, fiscalização e investigação fazem o seu trabalho”, conforme anotou a Agência O Globo, o Estadão e o InfoMoney..
Ele afirmou que o presidente Lula da Silva (PT) não politiza o tema da corrupção. Para ele, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) citava muito o tema, mas não fazia nada sobre.
“É melhor um presidente que não politiza o tema da corrupção, como o presidente Lula da Silva não politiza e deixa as instituições trabalharem, do que um presidente que fala de corrupção todo dia como a gente tinha no Brasil e não fazia nada, não enfrentava o tema na verdade”, completou.
O ministro citou aspectos de uma pesquisa da OCDE em que os brasileiros têm mais confiança no setor público e no combate à corrupção. Ele criticou, porém, índices que contabilizam apenas a percepção de corrupção, que teria crescido em outra pesquisa.
Ele afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não politiza o tema da corrupção. Para ele, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) citava muito o tema, mas não fazia nada sobre.
“É melhor um presidente que não politiza o tema da corrupção, como o presidente Lula da Silva não politiza e deixa as instituições trabalharem, do que um presidente que fala de corrupção todo dia como a gente tinha no Brasil e não fazia nada, não enfrentava o tema na verdade”, completou.
O ministro citou aspectos de uma pesquisa da OCDE em que os brasileiros têm mais confiança no setor público e no combate à corrupção. Ele criticou, porém, índices que contabilizam apenas a percepção de corrupção, que teria crescido em outra pesquisa.























