A confiança da construção caiu em junho ao menor nível em sete meses por conta do maior desalento com o futuro diante da fraca recuperação da atividade e pelos impactos negativos da recente greve dos caminhoneiros sobre a economia, informou nesta terça-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV).
“O empresário, que vinha demonstrando relativo otimismo com a possibilidade de retomada da atividade no curto prazo, foi contaminado pela deterioração do cenário doméstico”, disse a coordenadora de Projetos da Construção da FGV IBRE, Ana Maria Castelo, em nota segund divulgou a Reuters.
Segundo a FGV, o Índice de Confiança da Construção (ICST) atingiu 79,3 pontos em junho na comparação com maio, com queda de 3,1 pontos, seu menor nível desde novembro de 2017 (78,6 pontos).
Diante das incertezas que rondam a economia brasileira, o Banco Central decidiu não se comprometer com sinalizações sobre seus próximos passos na política monetária, mas reafirmou que ela tem foco exclusivo na inflação, seus balanços de risco e atividade econômica.
“Em termos de sinalização futura, todos (os membros) concordaram que o maior nível de incerteza da atual conjuntura recomenda se abster de fornecer indicações sobre os próximos passos da política monetária”, trouxe a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC divulgada nesta terça-feira.
























