Petrobras não mudará sua política para os preços dos combustíveis, que tem sofrido pressão de uma greve de caminhoneiros e de políticos, e o governo continua atrás de uma solução para evitar fortes repasses para os consumidores, apesar dos argumentos de que não há como reduzir impostos agora.
“Eu quero enfatizar mais uma vez que já na abertura da reunião nos foi comunicado que, em hipótese alguma, em nenhum momento, passou pela cabeça do governo que poderia pedir qualquer mudança numa política que é da exclusiva alçada da Petrobras” afirmou a jornalistas o presidente da estatal, Pedro Parente.
O executivo fez a afirmação após ser chamado para uma reunião com os ministros de Minas e Energia, Moreira Franco, e da Fazenda, Eduardo Guardia, para discutir questões relacionadas aos combustíveis.
Guardia foi no mesmo caminho de Parente. Acrescentou que ainda não havia decisão fechada sobre como amenizar o repasse dos preços, que já subiram cerca de 50% nas refinarias da estatal, desde julho do ano passado, na esteira dos ganhos do mercado internacional e do câmbio.






















