De uma semana para outra, o velho derrotado foi autorizado pelo ídolo dos bolsonaristas e viu o centrão ter que dar explicações
Por Genésio Araújo Júnior – DF
Na semana passada, só se falava que Lula da Silva estava desmoralizado, que não tinha mais autoridade com tantas derrotas no Congresso.
A grande mídia fechou contra ele e já estava derrotado. Exatamente uma semana depois, o velho acabado foi chamado de dinâmico presidente do Brasil pelo presidente Donald Trump, que o recebeu com tapete vermelho na Casa Branca.
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Claramente evitou falar sobre temas espinhosos, como dizer que no Brasil está cheio de terroristas. Os raivosos estavam torcendo que Trump tratasse mal Lula da Silva em evento no Salão Oval.
Trump disse que deseja ouvi-lo mais vezes.
Antes, a Câmara Ultraconservadora aprovou uma regulamentação de terras raras que lhe deu autoridade. E quando perguntado sobre a Operação Compliance Zero, que atingiu seu ex-amigo, o poderoso do centrão Ciro Nogueira, preferiu dizer que torcia que ele fosse inocentado.
De uma semana para outra, o velho derrotado foi autorizado pelo ídolo dos bolsonaristas e viu o centrão que tinha feito pacto público com o bolsonarismo ter que dar explicações.
O Brasil, além de não ser para amadores, não é para os apressados. Lula da Silva, que parecia um pato manco, agora é um galo renovado balançando a crista vermelha no terreiro.














