Azul vai bem na bolsa. Dólar em queda de 0,50%

Avião azul passageiro Misto Brasília
A companhia aérea opera voos tanto no Brasil como fora do país/Arquivo/Divulgação
Compartilhe:

A continuidade da circulação de navios pelo Estreito de Ormuz tem evitado uma reação mais intensa dos preços internacionais do petróleo

Por Misto Brasil – DF

dólar à vista perdeu força ante o real pelo segundo dia consecutivo com o alívio nas tensões geopolíticas e com a expectativa para novos dados de inflação brasileira.

Nesta quinta-feira (09), o dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1227, com queda de 0,50%., informou o MoneyTimes.

O dólar ante o real no mercado à vista acompanhou o desempenho da moeda no exterior. Por volta das 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libraoperava com leve queda de 0,03%, aos 100,957 pontos.

Hoje, o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com alta de 1,22%, aos 172.742,12 pontos.

A redução nas tensões geopolíticas enfraqueceu o dólar no mercado à vista e os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos (Treasuries), refletindo no alívio na curva de juros futuros.

No cenário doméstico, o mercado acompanhou novas declarações do ministro da Fazenda, Dario Durigan.

As ações da Azul operam em alta na New York Stock Exchange, após a estreia nesta quinta-feira (9). A listagem simboliza o início de um novo capítulo na trajetória da aérea, após a conclusão a recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11).

Por volta de 15h19 (horário de Brasília), as ações, sob o ticker AZUL, subiam 3,55% na NYSE, a US$ 9,04. Na B3, as ações Azul3 subiam 3,65%, cotadas a R$ 23,26.

Nesta manhã, ocorreu a cerimônia de abertura do pregão, conhecida como ring the bell, com a presença de executivos e tripulantes.

A continuidade da circulação de navios pelo Estreito de Ormuz tem evitado uma reação mais intensa dos preços internacionais do petróleo, mesmo após a retomada das tensões entre Estados Unidos e Irã. A avaliação é do diretor-fundador da VPricing Combustíveis, Bruno Valêncio, em entrevista nesta quinta-feira (09) ao Times Brasil.

“O mercado hoje é pragmático. Enquanto o estreito continuar funcionando e houver algum trânsito de petróleo e derivados, a reação tende a ser mais comedida. Os ataques preocupam, mas ainda não provocaram um bloqueio efetivo da região”, afirmou.

Assuntos Relacionados

Siga o Misto Brasil

Acompanhe em todas as redes

Notícias, vídeos e destaques em tempo real. Escolha sua rede favorita.

Dica: acompanhe também pelo WhatsApp para receber atualizações rápidas.

Brasília e Entorno do DF

Oportunidades

Newsletter

Receba os destaques da semana

Uma seleção objetiva dos principais acontecimentos, com leitura rápida e sem ruído.

📰 Resumo editorial
Leitura rápida
🔒 Sem spam
QR Code para acessar a newsletter do Misto Brasil
Aponte a câmera e assine pelo celular

Você pode cancelar quando quiser.