Terremoto no Peru deixou pelo menos cinco mortos e dez feridos

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mapa mostra o centro dos dois tremores no Peru na noite passada/Reprodução
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Os danos mais graves foram registrados no distrito de Chongos Bajo, onde ocorreu a morte. Aconteceram dois tremores

Por Misto Brasil – DF

Pelo menos cinco pessoas morreram e outras dez ficaram feridas após um terremoto de magnitude 5,1 atingir a região central do Peru.

O terremoto ocorreu na noite de sábado (18), com epicentro próximo à cidade de Chupaca, na região andina de Junín, a uma profundidade de 24 quilômetros.

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Dezessete minutos depois, um tremor secundário de magnitude 3,7 atingiu a mesma área. As autoridades afirmam que sua intensidade foi muito menor que a do terremoto principal, que foi sentido moderadamente em Chupaca.

As autoridades continuam avaliando os danos.

Os danos mais graves foram registrados no distrito de Chongos Bajo, onde ocorreu a fatalidade, embora as autoridades ainda não tenham identificado a vítima.

Na capital regional, Huancayo, dois hospitais foram danificados, incluindo o Hospital Daniel Alcides Carrión, que tratou os feridos, e o Hospital Materno-Infantil El Carmen, onde apareceram rachaduras na unidade de terapia intensiva pediátrica.

O terremoto também danificou vários marcos históricos, incluindo a cruz de pedra de Cani Cruz em Chongos Alto e partes do antigo convento de Santiago de León.

O terremoto também causou cortes de energia em vários distritos. De acordo com as primeiras avaliações do Comitê Nacional de Operações de Emergência (COEN), as estradas da rede rodoviária nacional não foram afetadas.

O Peru está localizado no Círculo de Fogo do Pacífico, uma das regiões sismicamente mais ativas do mundo, onde ocorrem cerca de 85% dos terremotos globais.

As autoridades afirmam que terremotos de magnitude 5 ou superior atingem a área de Chupaca aproximadamente a cada 13 anos, enquanto tremores menores são muito mais comuns em toda a região de Junín.

Embora não seja possível prever terremotos, as autoridades afirmam que os modelos sísmicos ajudam a identificar as áreas de maior risco, informou a Euronews.

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