O levantamento do Decope aponta que o vilão do primeiro semestre foi o combustível, que saltou 17,63% e há urgência em reajustar a tabela.
Por Misto Brasil – DF
A NTC&Logística divulgou que os valores cobrados pelo Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) registram uma defasagem média de 10,5% em relação aos custos reais do setor.
O levantamento do Decope aponta que o vilão do primeiro semestre foi o combustível, que saltou 17,63%.
A entidade alerta transportadores e contratantes sobre a urgência de reajustar as tarifas para evitar o colapso financeiro das empresas, garantir a renovação de frotas e manter a segurança no abastecimento nacional.
O aumento nos custos operacionais superou o IPCA acumulado de 4,64% no período.
Pressão de custos e impacto na cadeia logística
A alta dos insumos e o impacto financeiro exigem a revisão das tabelas de frete:
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Altas do semestre: Além dos combustíveis, a mão de obra subiu 5,00% e o preço dos caminhões aumentou 1,32%.
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Gargalo financeiro: A taxa Selic elevada encarece o financiamento de prazos concedidos aos clientes, custo absorvido pelos transportadores.
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Recomposição tarifária: O setor cobra o repasse de taxas operacionais como Frete-Valor, GRIS, TSO e custos de gerenciamento de risco.















