CBF processa lojas no Rio por venda ilícita de marcas

CBF sede Misto Brasil
A entidade coordena todos os jogos do futebol profissional do país/Arquivo/Divulgação
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Entre as empresas denunciadas estão a Malharia Aram, Viralizou, El Tawantinsuyo, Shakira, Kantu e Over Black que fecharam conciliação.

Por misto Brasil 

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) acionou a Justiça contra nove lojas do polo comercial do Saara, no Centro do Rio de Janeiro, por venda não autorizada de itens com símbolos da Seleção Brasileira. O processo tramita na 4ª Vara Empresarial da Capital.

A entidade alega ser detentora exclusiva das marcas, respaldada pela Lei Pelé e pela Lei da Propriedade Industrial.

Os desdobramentos e acordos firmados no âmbito da ação judicial revelam:

  • Acordo firmado: Seis estabelecimentos aceitaram parar a comercialização sob pena de multa diária de R$ 30 mil.

  • Lojas participantes: Malharia Aram, Viralizou, El Tawantinsuyo, Shakira, Kantu e Over Black fecharam conciliação.

  • Seguem no processo: As empresas Carioca RJ Magazine e Zeca Biju não fizeram acordo e continuam réus na ação.

  • Processo extinto: A ação contra a loja João Januário foi encerrada devido à impossibilidade de citação jurídica.

A confederação sustenta que o comércio pirata configura concorrência desleal e causa sérios prejuízos aos licenciamentos oficiais.

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