O exame identifica subtipos virais de alto risco, como o 16 e o 18, permitindo que o intervalo entre as coletas negativas seja estendido para cinco anos.
Por Misto Brasil
O Distrito Federal iniciou a implementação do teste molecular DNA-HPV pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para a detecção precoce do câncer do colo do útero.
A nova tecnologia permite identificar o papilomavírus humano antes do surgimento de lesões celulares, ampliando a eficácia do rastreamento preventivo.
A estratégia faz parte de uma expansão nacional que já alcançou 26 unidades da federação, com processamento laboratorial de milhares de amostras em todo o país.
O exame identifica subtipos virais de alto risco, como o 16 e o 18, permitindo que o intervalo entre as coletas negativas seja estendido para cinco anos, conforme diretrizes do Ministério da Saúde.
A operacionalização do novo protocolo e os dados epidemiológicos da doença envolvem as seguintes frentes:
Rede de Atendimento: Coletas realizadas por profissionais nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) ou por autocoleta orientada, facilitando o acesso das mulheres.
Capacitação de Equipes: Treinamentos presenciais e digitais realizados em parceria com estados e municípios para reorganizar os fluxos laboratoriais.
Vacinação e Prevenção: O Brasil registrou cobertura vacinal expressiva em 2025 entre jovens de 9 a 14 anos, superando médias globais.
Diagnóstico Precoce: Estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA) projetam milhares de novos casos anuais, reforçando a importância da detecção oportuna.
O tradicional exame Papanicolau continua disponível na rede pública enquanto ocorre a transição gradual para a nova tecnologia molecular em todas as regiões.
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