Os ex-funcionários da Editora Abril marcaram uma manifestação para a próxima sexta-feira (14) uma manifestação na frente da empresa. Eles reclamam tiveram um calote da editora que não pagou os direitos trabalhistas até agora para cerca de 800 pessoas entre Jornalistas, gráficos, funcionários da distribuição e do administrativo, além de freelas (temporários).
De acordo com a nota distribuída, “a empresa não cumpriu sua obrigação. Negou-se a pagar todas as verbas rescisórias (incluindo a multa de 40% sobre o FGTS) e mais uma multa (referente ao artigo 477 da CLT) por não ter quitado, em dez dias, sua dívida com os empregados demitidos. Conseguiu esse feito com ajuda da Justiça: no dia 16 de agosto, o juiz atendeu o pedido do Grupo Abril, que entrou em Recuperação Judicial (RJ)”.
“Dessa maneira, nós, que tínhamos o salário como única fonte de sustento, fomos jogados em uma interminável lista de credores a quem o Grupo Abril deve R$1,6 bilhão. Credores são os bancos, os grandes fornecedores de papel, as empresas estrangeiras com quem a Abril mantém negócios”.
























