Aliados próximos do presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, afirmaram à Reuters que não há essa “suposta” discrepância no apoio do eleitorado feminino ao candidato, mas a campanha começou a divulgar, às vésperas de manifestações de rua, ações direcionadas para as mulheres a fim de buscar votos em uma tentativa para garantir a eleição já no primeiro turno.
Nas redes sociais, Bolsonaro passou a apresentar com maior frequência entrevistas antigas e mensagens voltadas especificamente ao eleitorado feminino nesta reta final. Numa rara aparição na campanha, a mulher de Bolsonaro, Michelle, gravou um vídeo veiculado em redes sociais no qual comemorou o Dia do Surdo —ela é intérprete de Libras.
O presidente em exercício do PSL e um dos principais integrantes da campanha, Gustavo Bebianno, afirmou que a divulgação dos vídeos de Bolsonaro com ação específica para o eleitorado feminino é só uma continuidade do trabalho que estava sendo feito. Bebianno negou que seja uma reação às ações de mulheres contra o candidato e destacou que essa “suposta rejeição” dessa parcela do eleitorado “não se materializa no mundo real”.


























