Arranha-céus provocam a morte de milhares de aves

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Cientistas estimam que pelo menos 100 milhões de aves morrem por ano nos Estados Unidos quando colidem com arranha-céus. Os edifícios cobertos de vidro e iluminados são os prédios que mais confundem os animais. 

Esta estimativa de mortes — que tem como figura base os 100 milhões de aves por ano — pode estender-se até aos bilhões de animais. O estudo é do centro migratório de Smithsonian.

A cidade de Chicago — com várias superestruturas de vidro e tráfego aéreo intenso durante a época das migrações — é a mais perigosa dos Estados Unidos para estes animais. Anualmente, mais de cinco milhões de aves pertencentes a 250 espécies percorrem esta cidade norte-americana no Outono e Primavera.

Para além do problema da iluminação, os ativistas também pretendem que os edifícios tenham designs que ajudem as aves. São Francisco e Toronto já adoptaram algumas guias para a construção de novos arranha-céus. Em janeiro, foi a vez do Congresso norte-americano receber uma proposta apoiada por ambos os partidos [Democrata e Conservador] para que os edifícios federais sejam sujeitos a estas regras que facilitam o processo migratório destas aves. (Do Público)

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