Protestos no Dia do Trabalhador contra a reforma da Previdência

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No dia 1º. de Maio (quarta-feira) todas as centrais sindicais se reunirão no Vale do Anhangabaú, na região central de São Paulo, para protestarem contra a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Previdência, elaborada pela equipe econômica do presidente Jair Bolsonaro.

Com base em orçamento de R$ 700 mil, os sindicalistas pretendem reunir, aproximadamente, 200 mil pessoas no evento, segundo a Folha de São Paulo. As entidades também vão protestar contra o fim da contribuição sindical, que reduziu drasticamente os recursos dos sindicatos.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), disse a aliados que vai atuar para estender as regras previstas na reforma da Previdência para o funcionalismo federal ao dos estados e municípios.

Cresce o número de parlamentares que quer incluir agentes de segurança, como policiais federais e civis, nas regras propostas para os militares. O deputado Capitão Augusto, que é policial militar, também prega reduzir o tempo de contribuição de sua categoria e dos bombeiros de 35 anos para 30. Os militares prepararam uma cartilha para explicar aos públicos interno e externo as mudanças que foram propostas.

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