Milhares de manifestantes protestaram na Venezuela nesta quarta-feira para tentar forçar o presidente socialista Nicolás Maduro a deixar o poder enquanto crescem as tensões entre a Rússia e os Estados Unidos sobre o impasse político no país membro da Opep.
O líder opositor Juan Guaidó pediu “a maior marcha” da história da Venezuela e havia na véspera pedido que os militares o apoiassem, mas a liderança das forças armadas até agora permanece leal a Maduro, que está no poder desde 2013.
“Se o regime pensou que havíamos chegado à pressão máxima, eles não podem nem imaginar”, disse Guaidó a milhares de apoiadores em Caracas. “Precisamos continuar nas ruas”. A oposição venezuelana já promoveu uma série de protestos de rua contra Maduro, mas fracassou em tirá-lo do poder.
O governo do presidente dos EUA, Donald Trump, impôs sanções sobre o governo Maduro e não descarta intervenção militar no país, embora diga preferir uma transição pacífica. O ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, disse a Pompeo por telefone nesta quarta-feira que mais “passos agressivos” na Venezuela podem resultar em graves consequências.


























