Em greve desde o dia 02 de maio, os metroviários fazem uma nova assembleia geral extraordinária neste domingo (26) para decidir sobre a continuidade do movimento. Não houve avanços nas negociações, mas uma guerra de informações entre a companhia e o sindicato da categoria. No meio dessa confusão estão 160 mil pessoas que utilizam diariamente o sistema de transporte.
O SindiMetrô afirma que a empresa estatal está esticando a corda “achando que com isso levará a categoria a aceitar qualquer proposta ou desistir da greve”. Numa extensa nota postada no sítio eletrônico da entidade, o sindicato afirma que a greve foi deflagrada porque não houve acordo nas negociações e o Metro-DF descumpriu um acordo no TRT e que repudia a proposta de redução dos salários para que a greve seja encerrada.
A empresa também divulgou no final da tarde desta sexta-feira uma longa nota com seu posicionamento e no final diz que espera que a categoria volte às atividades normais, “prestando um serviço de excelência à população do DF (com aprovação de 86% em pesquisa de avaliação) e garantindo que os empregados possam voltar à mesa de negociações para que se alcance uma solução conjunta acerca dos anseios dos empregados para os próximos anos”.
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