O presidente Jair Bolsonaro afirmou no Japão, onde participa da cúpula do G20, que pediu ao ministro da Justiça, Sérgio Moro, que a Polícia Federal investigue casos semelhantes ao que atingiu Mateus Von Rondon, assessor especial do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.
Bolsonaro disse que o ministro do Turismo permanecerá no cargo, até o momento. “Se prender um assessor meu, não quer dizer que eu seja culpado de alguma coisa, né?”, disse Bolsonaro. Na segunda-feira, o presidente deverá ter um encontro com o ministro no Palácio do Planalto.
“Uma vez tendo qualquer coisa mais robusta contra uma ação irregular de ministro, as providências vão ser tomadas. Até segunda-feira, os 22 são ministros”, afirmou. O comentário foi por conta dos rumores da semissão de Márcelo Álvaro e da situação delicada do ministro da Casa Civil, Onyw Lorenzoni.
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